Vitória no dérbi de bilhar de Campanhã garante acesso à fase nacional
Categoria: Desporto

Vitória no dérbi de bilhar de Campanhã garante acesso à fase nacional

O Clube de Bilhar de Campanhã conquistou uma importante vitória no dérbi de Campanhã, frente ao FC Porto, no âmbito do Campeonato Distrital da 1.ª Divisão, na variante de Pool masculino – fase de apuramento de campeão. Mais do que uma vitória, este é mais um passo firme no caminho de afirmação do Clube de Bilhar de Campanhã.
 
A equipa, composta por Hugo Neves, Joaquim Cardoso e Miguel Rodrigues, venceu o Futebol Clube do Porto / BCP por expressivos 3-0, numa exibição marcada pela qualidade e consistência. Com este resultado, e quando faltam ainda disputar duas jornadas, o Clube de Bilhar de Campanhã assegura o acesso à fase final nacional, onde irá competir com as melhores equipas do país.
 
Fundado em 2016 e constituído maioritariamente por atletas da freguesia de Campanhã, o clube tem vindo a afirmar-se no panorama do bilhar distrital e nacional. Este percurso tem contado com o apoio da Junta de Freguesia de Campanhã, que tem acompanhado e incentivado o crescimento deste projeto desportivo e associativo, no âmbito da promoção do desporto e do associativismo local.
 
Este resultado reflete o trabalho, a dedicação e o talento dos atletas, sendo motivo de orgulho para toda a freguesia.

Fé, Esperança e Caridade de Tónan Quito em Campanhã

No âmbito do projeto "Cultura em Expansão" Campanhã vai receber no Auditório da Freguesia, de 07 a 12 de julho, uma comédia da autoria de Horváth, do ano de 1932, intitulada "Fé, Caridade e Esperança".
Com esta peça, actualmente, Tonan Quito, diretor artistico, mostra-nos a intemporalidade desta história.

 

Fé, Esperança e Caridade - Tónan Quito
Cultura em Expansão - O Palco é a Cidade
Nesta comédia (1932) Horváth, mostra-nos uma sociedade cínica, mesquinha e egoísta, sempre pronta a desumanizar-se, num período de decadência material, espiritual e moral. Para o autor este poderia ser o título de todas as sua peças (como afirmou), "pois todas assentam num tempo em que acreditar, amar e ter esperança são uma utopia necessária".
A peça conta-nos a história de Elisabeth, que procura desesperadamente a sua sobrevivência e acaba vítima da máquina do estado, onde não é permitido que um indivíduo siga os seu sonhos; no início ela tenta vender o seu corpo ao Instituto de medicina legal porque precisa de dinheiro; é acusada de fraude e acaba rodeada de pessoas abandonadas e mal tratadas pelo estado, até encontrar por breves momentos o amor; mas cansada de ser "perseguida" acaba por se atirar ao rio apagando a única réstia de esperança.
É possível sermos humanos em tempos de crise? 
 
Autor Ödön von Horváth 
Tradução Ricardo Braun 
Direção Tónan Quito 
Versão cénica e interpretação Carla Galvão, Filipa Matta, Marco Mendonça, Miguel Loureiro, Tónan Quito e Novo Acto - Associação de Artes Performativas
Apoio à Dramarturgia Rui Catalão 
Cenografia F. Ribeiro 
Desenho de Luz Daniel Worm 
Figurinos José António Tenente 
Assistente de encenação no Porto Luis Araújo 
Gestão de projecto e assistência à direção Patrícia Costa 
Produção Executiva Henrique Figueiredo 
Produção HomemBala 
Residência O Espaço do Tempo
Coprodução Teatro Municipal Maria Matos e Câmara Municipal do Porto, no âmbito do projeto Cultura em Expansão
Apoio Republica Portuguesa - Cultura | Dgartes - Direção Geral das Artes
 
7 a 9 jul | 21h30 | M/12
Grátis
Campanhã - Auditório de Campanhã